sábado, 13 de junho de 2015

PAULO MORAIS RECOLHE ASSINATURAS EM COIMBRA





Paulo Morais, o pretenso candidato à presidência da República, acompanhado de elementos do seu staff, esteve durante a manhã na Praça 8 de Maio a angariar assinaturas para a sua propositura às próximas eleições presidenciais.
Afável e simpático para todos quantos se abeiravam para o cumprimentar, o docente universitário e ex-vice-presidente da Câmara Municipal do Porto entre 2001 e 2005, para todos os citadinos teve uma palavra. Enquanto pessoa que não conhecia pessoalmente, embora acompanhe o seu percurso em defesa da cidadania e de um novo sistema político mais virado para a transparência e menos para a opacidade que beneficia os intervenientes políticos, gostei da forma humilde como se apresenta. Enquanto cidadão que pugna por um outro relacionamento entre o poder e o eleitor, o povo, naturalmente que subscrevi a sua candidatura. Espero sinceramente que seja um forte proponente a Belém.
Conhecendo bem as suas frases identificativas como, por exemplo, “o Parlamento é o centro da corrupção em Portugal”, “dos 230 deputados, 30%, ou seja 70, são administradores ou gestores de empresas que têm directamente negócios com o Estado”, “a Assembleia “parece mais um verdadeiro escritório de representações, com membros da comissão de obras públicas que trabalham para construtores e da comissão de saúde que trabalham para laboratórios médicos”, perguntei a Paulo Morais por que se candidatava. Respondeu assim:

“Candidato-me pela cidadania, pelo combate à corrupção, pelo respeito pelos princípios constitucionais, pela separação efectiva de poderes. Se for eleito presidente de todos os portugueses, como espero ser, obrigarei o Parlamento a ser o berço de todas as leis nacionais e não permitirei, como está acontecer, que sejam os grandes escritórios de advogados a substituir o hemiciclo. Comigo qualquer governo estará obrigado a cumprir os programas apresentados em campanha eleitoral. O executivo que se desviar do prometido será obviamente demitido. Com Paulo Morais na presidência da República acabou-se a mentira continuada nos programas eleitorais. Quem quer continuar neste sistema viciado de aldrabice não vote em mim. Vou ser inflexível. Não vou abdicar deste princípio. As contas do Estado, incluindo as das autarquias e freguesias agregadas, vão ser obrigadas a ter as suas contas permanentemente acessíveis ao alcance de um clique, como no sistema americano. Sou um candidato para a mudança e não mais um para o situacionismo. Para isso não contem comigo. Peço aos meus subscritores que acreditem em mim!”





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