terça-feira, 14 de junho de 2011

MAU GOSTO NA CIDADE - TEMPO DE ANTENA DO PROVEDOR

(IMAGEM DA WEB)

200.000


 Na minha qualidade de Provedor do Leitor vitalício, tenho o grato prazer de comunicar aos nossos estimados clientes, amigos e colaboradores que no dia de hoje, 14 de Junho, atingimos o número de 200 mil visitantes. De salientar que há um ano, mais precisamente em 10 de Julho, passámos os 100 mil registos.
Somos lidos, ou pelo menos visitados, por muitos cidadãos do mundo inteiro. Só para dar um exemplo, no último mês:

Portugal
9 336
Brasil
1 143
Estados Unidos
272
Alemanha
66
Angola
53
França
51
Reino Unido
42
Suíça
38
Espanha
36
Eslovênia
29


Bem sei que o leitor estará a pensar “lá vem este gajo com vaidades “palérmicas”, e até terá razão, mas que quer? Uma pessoa precisa destas minudências. Não esqueça o nosso honorável visitante que, enquanto Provedor do Leitor deste blogue, desempenho esta função completamente “pro bono”, gratuitamente.
Gostaria também de lembrar o desapego e o gosto por escrever desta vasta equipa que compõe este “jornaleco”.
Recordo o nosso director, o Luís Fernandes, e a forma altruísta como se entrega a este projecto. Completamente falido, de calças rotas e um buraco nas solas –que pelo tempo gastas já foram- dos sapatos, como tolinho, lá vai tomando notas aqui e acolá. Não sei se sabem, tem um problema para resolver de amor/ódio com a jornalista cá da casa, a Rosete “sempre em cima”.
Deixo uma nota para o director-adjunto António Quintans, que sem receber ordenado há mais de um ano continua no seu lugar hirto e firme. Embora, saliento, cá para mim, ele só se mantém por causa da Etelvina “melhor que pudim flan”, a nossa telefonista para todo o serviço. Bem sei que andam mais enroscados os dois que o Portas com o Passos Coelho. Só assim se entende que o gajo continue aqui a trabalhar. É ou não é?
Uma palavra de apreço para o director-executivo, o António Fernandes. A mesma coisa. Sem receber há largos meses cá continua no mesmo posto. Claro que, cá para nós que ninguém nos ouve, eu sei a razão: anda metido com a menina Lurdinhas, aquela solteirona mais velha que a Torre Eiffel, que mora no 13. É ela que lhe compra os sapatos na sapataria Romeu e alimenta os vícios do marmanjo.
Mais um sublinhado para o chefe de redacção, o Fernandes Quintans, que da mesma forma estóica e voluntariosa, pelo facto de há muito não ver a cor do dinheiro, nunca renunciou ao cargo. É lógico que alguém terá de estar a “entrar”, já que o “pilim” não cai do céu. É a dona Ernestina, aquela viúva negra, que quando passa na rua, em direcção à missa diária na igreja de Santa Cruz, até os cães começam a latir de tal maneira compungidos com a sua dor. Em público apregoa aos sete ventos a desditosa sorte que a separou do seu “querido Hermegildo, que nunca mais, na Terra, haverá homem igual”. Em privado só tem olhos para o nosso chefe de redacção. Enfim, cala-te boca!
O nosso blogue nunca mais seria o mesmo se perdesse a sua grande estrela mundial da fotografia e da grande reportagem, o “Olho de Lince”. Premiado nos quatro cantos do mundo com a “Pena de Pavão”, a mais alta condecoração na escrita e no modo parcial como escreve acerca dos amigos. Tem tido convites dos maiores jornais do mundo, com ordenados altíssimos. Ainda há pouco tempo foi convidado pelo Obama, para seu conselheiro pessoal para as questões internacionais. Há dois dias foi manchete na imprensa que a Dilma Rousselff tinha convidado o Sócrates para os negócios entre o Brasil e a Europa. Ninguém escreveu que a presidente do grande país sul-americano e de língua portuguesa só se virou para o nosso ex-primeiro depois de levar uma “tampa” do “Olho de Lince”. Ela tentou tudo para o convencer. Avião particular, vivenda em Copacabana e cinco mulatas para o assessorar dia e noite e para todo o serviço. E este camelo –desculpem-me o desabafo-, por causa da Rosete, e de um sonho que nunca concretizará, de a levar para a cama, não aceitou. É burro de mais, não é? Quem é que entende os humanos? Eu não!
Uma palavra também para o Arnaldo “ver para além da opacidade”, um jornalista premiado até na Coreia do Norte com a medalha de cortiça, e aqui ninguém lhe liga. Como é que uma terra como Coimbra pode prosperar quando ignora santos milagreiros desta qualidade?
Uma nota várias vezes sublinhada para a maior estrela do nosso sistema solar, o nosso Sol, a nossa melhor obra de arte que alguma vez a natureza colocou no mundo, a nossa boa, boa, e outra vez boa, Rosete “sempre em cima”. Uma jornalista boa “c’mó milho” que de forma despretensiosa e desligada continua a interessar-se pelo que se passa aqui na Baixa. Com o corpo que tem, aliás com os dotes para a escrita que Deus lhe deu, poderia perfeitamente estar a escrever no “New York Times”. Mas qual quê, só tem olhos inclinados para a remela e só vê à frente o director do blogue… que, depois de abandalhar a fruta, não lhe liga nenhuma.
Não poderia deixar de falar naquela voz doce e melodiosa, que sempre que se liga para a sede do “Questões”, assim do tipo de cana-rachada envolvida em panos melosos, nos embrulha em açúcar em ponto, refiro a Etelvina “melhor que pudim flan”. É óbvio que vocês não a conhecem, mas é assim uma espécie de Maya recauchutada. Com uns “airbags” que até apetece ter um acidente só para lá encostar a cabeça. Disponível para todo o serviço, a Etelvina é democrata e não discrimina ninguém tanto leva para a cama o seu eleito director-adjunto como outro qualquer “achadiço” que lhe faça uns “olhinhos”.
Uma palavra final para o nosso interlocutor nas questões "merdiúnicas", o nosso Espírito do Carvalho –eu escrevi Carvalho-, que, perante uma qualquer aflição, está sempre disponível para nos ajudar em casos perdidos cá na terra.
Bem sei que não fica bem lembrar, mas, e apenas no caso de o leitor amigo e reconhecido, nesta importantíssima data, pretender gratificar os nossos colaboradores com uma oferenda, façam o favor de não enviarem dinheiro, que eles não aceitam. Uma prendinha, ainda vá que não vá! Dinheiro “jamais”!, como diria o outro ex-ministro da agricultura que Deus tem. Façam o favor de não se alargarem muito. Sei lá, pode ser, por exemplo, uma camisete “Lacoste”; um jantar num restaurante da Baixa; um fim-de-semana no Algarve, com tudo incluído e acompanhante assim assim; um funeral médio, no meu amigo Clemente, que faz um desconto, com tudo pago, fanfarra, comes e bebes e história de vida empolada para cima.
Então, mais uma vez, parabéns a este espectacular corpo redactorial. Já não há blogues assim! Ó larilas!!

3 comentários:

Anónimo disse...

Grande equipa !.....

Parabéns pelo esforço. Como seguidor só tenho a ilugiar por tudo o que faz pela baixa da cidade de C "mas onde está o"imbra e não só.

Vai um beirão?é que com esta crise não dá para mais rsssssss.
Abraço
Eduardo

Anónimo disse...

Deixe lá o facto de lhe chamarem vaidoso,eu se tivesse um blog com 200000 mil views não passava cartão a ninguém!
Parabéns,amigo.
Marco

PS:Obrigado pelo seu trabalho,em nome de todos os «Questões» militantes.

Jorge Neves disse...

O seu Blogue amigo Luis é a fonte de algumas noticias dos Jornais Locais, para além de dar noticias que esses mesmos jornais não dão.